Um dos principais pressupostos é que uma economia em expansão como a China, que cunhou mais bilionários do que qualquer outro país fora dos EUA, seria o mercado ideal para uma vasta seleção de jactos executivos. Surpreendentemente, não é esse o caso neste país asiático. Com menos de 400 jactos executivos, os mercados emergentes mais pequenos, como o Brasil e o México, têm uma maior seleção de jactos.
O governo chinês tem sido o maior obstáculo ao crescimento do mercado dos jactos executivos. Até há pouco tempo, não se falava em expandir os poucos aeroportos disponíveis para utilização civil na China. Um novo plano quinquenal que promove o desenvolvimento da utilização de vias aéreas não comerciais oferece uma perspetiva encorajadora para o mercado da aviação privada na China. As forças armadas também cederam à aviação civil espaço aéreo e aeródromos inicialmente reservados à formação.
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