Num artigo de 13 de agosto intitulado "Feds fighting against US Airways-American merger likely good for business travelers, Sky Harbor", Greg Raiff, CEO do Private Jet Service Group, sediado em New Hampshire, afirma que a fusão proposta entre a US Air e a American reduziria o serviço para os mercados de segunda linha dos EUA fora de cidades como Nova Iorque, Los Angeles, Chicago e Miami, e deixaria o mercado das companhias aéreas domésticas com menos concorrência.
O artigo prossegue discutindo as implicações do recente processo antitrust do Departamento de Justiça dos EUA contra a fusão da US Airways e da American.
O atual modelo de negócio tradicional das companhias aéreas centra-se nas lucrativas rotas internacionais e de negócios. Os planos de fusão prevêem que a nova transportadora combinada tenha a sua sede em Fort Worth, no Texas, e não na base da US Airways em Tempe. A empresa voaria sob a bandeira da American Airlines. As fusões anteriores de companhias aéreas também resultaram em algumas reduções importantes nos aeroportos que costumavam ser centrais.
Os advogados do DOJ receiam que a fusão reduza o número de companhias aéreas tradicionais, o que resultará em preços mais elevados.
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